Como calculamos: fórmula aberta e fontes
A maioria das calculadoras devolve um número. Esta mostra a conta — e esta página mostra de onde cada parcela da conta veio.
Última revisão do método: 04/09/2026.
1. A fórmula aberta
| parcela o que entra na soma | origem de onde o valor vem |
|---|---|
600 BTU/h por m² ?carga térmica — Soma de todo o calor que entra ou é gerado no ambiente (paredes, vidro, pessoas, equipamentos, infiltração), em BTU/h. | NBR 16401 em versão simplificada, para ambiente residencial com pé-direito até 2,70 m |
| +600 BTU/h por pessoa além da primeira | calor dissipado por pessoa em atividade sedentária |
| +600 BTU/h por eletrônico | TV, computador, forno ou geladeira presentes no ambiente |
+10% a +20% por incidência de sol ?incidência de sol — O acréscimo incide sobre o subtotal de área + pessoas + eletrônicos, antes do fator de pé-direito: manhã +10%, tarde (face oeste) +15%, dia todo +20%. | incide sobre o subtotal de área + pessoas + eletrônicos, antes do pé-direito: manhã +10%, tarde (face oeste) +15%, sol o dia todo +20% |
+10% por laje exposta ?laje exposta — Cobertura sem pavimento acima nem isolamento: o teto recebe sol direto e soma cerca de 10% à conta. | incide sobre o MESMO subtotal que o sol (área + pessoas + eletrônicos); cobertura sem pavimento acima nem isolamento |
fator de pé-direito = altura ÷ 2,70 ?pé-direito — Altura do piso ao teto. Acima de 2,70 m o volume de ar cresce e a conta é multiplicada proporcionalmente. | aplicado apenas acima de 2,70 m, sobre o subtotal já acrescido |
- parcela 600 BTU/h por m²
?
carga térmica — Soma de todo o calor que entra ou é gerado no ambiente (paredes, vidro, pessoas, equipamentos, infiltração), em BTU/h. - origem NBR 16401 em versão simplificada, para ambiente residencial com pé-direito até 2,70 m
- parcela +600 BTU/h por pessoa além da primeira
- origem calor dissipado por pessoa em atividade sedentária
- parcela +600 BTU/h por eletrônico
- origem TV, computador, forno ou geladeira presentes no ambiente
- parcela +10% a +20% por incidência de sol
?
incidência de sol — O acréscimo incide sobre o subtotal de área + pessoas + eletrônicos, antes do fator de pé-direito: manhã +10%, tarde (face oeste) +15%, dia todo +20%. - origem incide sobre o subtotal de área + pessoas + eletrônicos, antes do pé-direito: manhã +10%, tarde (face oeste) +15%, sol o dia todo +20%
- parcela +10% por laje exposta
?
laje exposta — Cobertura sem pavimento acima nem isolamento: o teto recebe sol direto e soma cerca de 10% à conta. - origem incide sobre o MESMO subtotal que o sol (área + pessoas + eletrônicos); cobertura sem pavimento acima nem isolamento
- parcela fator de pé-direito = altura ÷ 2,70
?
pé-direito — Altura do piso ao teto. Acima de 2,70 m o volume de ar cresce e a conta é multiplicada proporcionalmente. - origem aplicado apenas acima de 2,70 m, sobre o subtotal já acrescido
ABNT NBR 16401 · referência normativa do método · método revisado em 04/09/2026 · fonte →
2. A fórmula aplicada, número a número
quarto de 12 m², 2 pessoas, 1 eletrônico, sol da tarde, pé-direito de 2,70 m. Base 12 × 600 = 7.200 BTU/h; mais 600 pela segunda pessoa; mais 600 pelo eletrônico — subtotal 8.400 BTU/h. Sobre esse subtotal incidem 15% de sol, e o total fecha em 9.660 BTU/h, que arredonda para a classe 12.000. É a mesma conta que o visor da home mostra, calculada pelo mesmo módulo.
3. Regra de arredondamento
A soma é arredondada sempre para cima até a classe comercial seguinte — 9.000 · 12.000 · 18.000 · 22.000 · 24.000 · 30.000 BTU/h. Arredondar para baixo entregaria um aparelho que não fecha a conta do ambiente nas horas mais quentes, e é justamente o erro que a escala de folga marca como APERTA.
O teto da tabela é 30.000 BTU/h. Acima dele o site não devolve uma classe: ele diz acima da tabela comercial e a escala de folga sai da tela, porque sem classe não existe folga para medir. Devolver a maior classe ali seria arredondar para baixo — a operação que esta mesma regra proíbe. Um ambiente nessas condições é caso de carga térmica ou de mais de uma evaporadora (multi-split), e é isso que o visor passa a indicar.
3b. A escala de folga
A folga é a diferença entre a classe arredondada e a conta do ambiente, em percentual do total
(?
folga — Diferença entre a classe escolhida e a conta do ambiente. Negativa, o aparelho trabalha no limite; muito alta, ele liga e desliga demais.
| estado | folga |
|---|---|
| aperta | abaixo de 0% — a classe arredondada é menor que a conta pede |
| no limite | 0% até +5% |
| confortável | +5% até +25% |
| sobra | acima de +25% |
4. O que entra e o que fica de fora
CRITÉRIO DA SHORTLIST
Os 3 de menor kWh/mês entre os modelos da classe com etiqueta do PBE coletada.
- Só entram modelos com status ativo no cadastro. Modelo sem consumo coletado não entra: não se ordena por um número que não existe, e a lista encolhe em vez de premiar quem não tem etiqueta.
- A lista segue a classe que está no visor. Ao recalcular, os cards trocam para os da nova classe — os três de cada classe são servidos juntos na mesma página.
- voltagem, tipo e ciclo filtram os cards exibidos. Um campo que a coleta não trouxe NÃO tira o modelo da lista: lacuna de coleta não é incompatibilidade declarada, e a linha de specs do card mostra o que falta.
- Quando a classe calculada não tem nenhum modelo rastreado, a lista não é substituída pela de outra classe: a página diz, em uma linha, que não há modelo dessa classe aqui.
- Não existe posição paga, patrocínio de fabricante nem "escolha do editor".
- A lista inteira da classe, sem corte, fica em /comparar.
5. Fontes
| fonte base pública consultada | o que dela usamos campo aplicado nas páginas | última coleta data efetiva · norma: revisão do método |
|---|---|---|
| INMETRO/PBE | tabela de condicionadores de ar — consumo anual, IDRS e classe da etiqueta | 07/09/2026 |
| ANEEL | tarifa residencial de referência — valor inicial do campo de tarifa, que o leitor troca pela da própria conta | 12/08/2026 |
| ABNT NBR 16401 | referência de método para carga térmica | 04/09/2026 |
| ABNT NBR 5410 | referência da série comercial de disjuntores e da curva C, e do circuito exclusivo | 04/09/2026 |
| ABNT NBR 5410:2004 Versão Corrigida:2008 | ampacidade método B1, seção mínima e queda de tensão unitária por bitola (dado de fabricante cruzado) | 15/09/2026 |
| ABNT NBR 16655-3:2018 + Emenda 1:2019 | CLTD e SHGF por orientação, CLF, coeficiente de sombreamento e cargas internas do método CLTD/CLF residencial | 16/09/2026 |
| Mercado Livre | faixa de preço acompanhada por modelo | 10/10/2026 |
| INMETRO | ciclo de 2.080 h/ano do IDRS (Anexo A, item A.1 e Tabela A.1 (distribuição de bins de temperatura externa, total 2.080 h/ano)) | 16/09/2026 |
- fonte INMETRO/PBE
- o que dela usamos tabela de condicionadores de ar — consumo anual, IDRS e classe da etiqueta
- última coleta 07/09/2026
- fonte ANEEL
- o que dela usamos tarifa residencial de referência — valor inicial do campo de tarifa, que o leitor troca pela da própria conta
- última coleta 12/08/2026
- fonte ABNT NBR 16401
- o que dela usamos referência de método para carga térmica
- última coleta 04/09/2026
- fonte ABNT NBR 5410
- o que dela usamos referência da série comercial de disjuntores e da curva C, e do circuito exclusivo
- última coleta 04/09/2026
- fonte ABNT NBR 5410:2004 Versão Corrigida:2008
- o que dela usamos ampacidade método B1, seção mínima e queda de tensão unitária por bitola (dado de fabricante cruzado)
- última coleta 15/09/2026
- fonte ABNT NBR 16655-3:2018 + Emenda 1:2019
- o que dela usamos CLTD e SHGF por orientação, CLF, coeficiente de sombreamento e cargas internas do método CLTD/CLF residencial
- última coleta 16/09/2026
- fonte Mercado Livre
- o que dela usamos faixa de preço acompanhada por modelo
- última coleta 10/10/2026
- fonte INMETRO
- o que dela usamos ciclo de 2.080 h/ano do IDRS (Anexo A, item A.1 e Tabela A.1 (distribuição de bins de temperatura externa, total 2.080 h/ano))
- última coleta 16/09/2026
5b. Tarifa, bandeira e a conta do consumo
A calculadora de consumo (/calculadora-consumo-ar-condicionado/) soma três parcelas — a mesma A CONTA que ela publica, em R$ em vez de BTU/h:
| parcela | origem |
|---|---|
| kWh/ano (INMETRO) ÷ 12 = kWh/mês | A etiqueta do PBE publica o consumo ANUAL; o mensal é esse valor dividido por 12 — uma média do ano inteiro, sem premissa de horas de uso. |
| × tarifa (R$/kWh) | Tarifa B1 residencial convencional por distribuidora (ANEEL, TUSD + TE), sem tributos (ICMS, PIS/Cofins, CIP) — a ANEEL não publica um valor com tributos. O campo nasce com a tarifa da distribuidora escolhida (ou a referência nacional, R$ 0,92/kWh) e é sempre editável pela sua conta de luz. |
| + bandeira tarifária (R$/100 kWh) |
Acréscimo mensal definido pela ANEEL (?bandeira tarifária — Acréscimo por kWh definido mensalmente conforme o custo de geração. Verde não acrescenta; vermelha 2 é a mais cara. |
As quatro bandeiras vigentes, ANEEL:
| bandeira | acréscimo |
|---|---|
| verde | sem acréscimo |
| amarela | R$ 1,885 a cada 100 kWh |
| vermelha 1 | R$ 4,463 a cada 100 kWh |
| vermelha 2 | R$ 7,877 a cada 100 kWh |
ANEEL · tarifas por distribuidora e bandeiras tarifárias · coletado em 12/08/2026 · fonte →
Dataset: ANEEL — Tarifa de aplicação, Grupo B, subgrupo B1, classe Residencial, subclasse Residencial, modalidade Convencional, posto "Não se aplica", detalhe "Não se aplica" — uma linha por distribuidora, vigente em 2026-09-15 — ANEEL — Agência Nacional de Energia Elétrica (Portal de Dados Abertos), retirado em 15/09/2026.
O R$/ano é só energia. A bandeira tarifária muda mês a mês — projetá-la sobre os 12 meses seria afirmar o que a bandeira VAI SER no resto do ano, e nenhuma fonte deste site sustenta isso. O R$/ano soma o kWh/ano da etiqueta (ou o kWh/mês × 12, quando o registry só tem o mensal — marcado como derivado) multiplicado pela tarifa, sem bandeira.
"Onde este modelo está na classe" é o menor, a mediana e o maior kWh/mês entre os modelos da classe com etiqueta — a mesma base de 5 modelos que a mediana de /metodologia exige em toda parte. As medianas por classe, com n e a data da coleta:
| classe | kWh/mês | n |
|---|---|---|
| 9.000 | 30,3 kWh | 31 |
| 12.000 | 40,1 kWh | 38 |
| 18.000 | 61,3 kWh | 22 |
| 22.000 | sem modelo com etiqueta | 0 |
| 24.000 | sem modelo com etiqueta | 0 |
| 30.000 | sem modelo com etiqueta | 0 |
- classe 9.000
- kWh/mês 30,3 kWh
- n 31
- classe 12.000
- kWh/mês 40,1 kWh
- n 38
- classe 18.000
- kWh/mês 61,3 kWh
- n 22
- classe 22.000
- kWh/mês sem modelo com etiqueta
- n 0
- classe 24.000
- kWh/mês sem modelo com etiqueta
- n 0
- classe 30.000
- kWh/mês sem modelo com etiqueta
- n 0
INMETRO/PBE · mediana de consumo por classe · coletado em 07/09/2026 · fonte →
5c. O rateio por horas/dia
Em "horas por dia" — campo opcional da calculadora de consumo, e entrada do simulador de payback do inverter — o mês deixa de ser o anual ÷ 12 e passa a ser esse MESMO consumo anual dividido pelo ciclo normalizado que o INMETRO usa para calculá-lo — 2.080 h/ano (Portaria INMETRO nº 550, de 10 de setembro de 2026 (DOU 11/09/2026, in force on publication) — Requisitos de Avaliação da Conformidade para Condicionadores de Ar – Consolidado, Anexo A, item A.1 e Tabela A.1 (distribuição de bins de temperatura externa, total 2.080 h/ano)) — e multiplicado pelas horas e pelos 30 dias que você escolher.
É uma aproximação declarada, não uma segunda etiqueta. O INMETRO não mede "o consumo em 8 h por dia": ele mede o total do ano, testado a 35 °C e 29 °C e ponderado pela distribuição de temperaturas da Tabela A.1. Este rateio distribui esse total pelas horas que você diz usar — um cálculo nosso, sobre o número do INMETRO, não um número do INMETRO.
Exemplo, classe 9.000 BTU/h, mediana da etiqueta ×12 como kWh/ano equivalente, 8 h/dia:
rateio pelo ciclo de 2.080 h/ano: 364 kWh/ano ÷ 2.080 h = 0,175 kWh/h × 8 h × 30 dias = 42,0 kWh/mês
Em branco, o campo continua no comportamento de sempre: o anual ÷ 12, sem premissa de horas — a régua "onde este modelo está na classe" e o quadro inverter × convencional também continuam lendo a etiqueta, nunca o rateio, porque os dois comparam APARELHOS entre si, não o seu uso pessoal.
INMETRO · ciclo de 2.080 h/ano do IDRS · coletado em 16/09/2026 · fonte →
5d. O simulador de payback do inverter
A calculadora de payback do inverter soma três contas em sequência: (1) o kWh/mês de cada tecnologia, pelo rateio de §5c, nas horas/dia escolhidas; (2) a diferença de kWh/mês × tarifa (+ bandeira, mesma regra de §5b) = economia mensal em R$; (3) a diferença entre os dois preços ÷ essa economia mensal = meses até o payback. Se o resultado passa do horizonte escolhido em "anos de uso" (1–15 anos), a página diz que o inverter não se paga NESSE horizonte — não que ele nunca se paga.
Os preços de compra são a mediana dos preços rastreados por este site entre os modelos daquela tecnologia na classe — não o preço de um modelo específico — e chegam pré-preenchidos, editáveis, com n e a data da coleta mais recente ao lado.
| classe | kWh/mês inverter | kWh/mês convencional | preço inverter | preço convencional |
|---|---|---|---|---|
| 9.000 | 30,3 kWh · n = 30 | sem modelo com etiqueta | R$ 2.207 · n = 44 · 10/10/2026 | sem modelo com etiqueta |
| 12.000 | 40,1 kWh · n = 36 | sem modelo com etiqueta | R$ 2.769 · n = 65 · 10/10/2026 | base insuficiente (3 modelos com etiqueta) |
| 18.000 | 60,6 kWh · n = 21 | sem modelo com etiqueta | R$ 3.891 · n = 39 · 10/10/2026 | base insuficiente (2 modelos com etiqueta) |
| 24.000 | sem modelo com etiqueta | sem modelo com etiqueta | sem modelo com etiqueta | sem modelo com etiqueta |
| 30.000 | sem modelo com etiqueta | sem modelo com etiqueta | sem modelo com etiqueta | sem modelo com etiqueta |
- classe 9.000
- kWh/mês inverter 30,3 kWh · n = 30
- kWh/mês convencional sem modelo com etiqueta
- preço inverter R$ 2.207 · n = 44 · 10/10/2026
- preço convencional sem modelo com etiqueta
- classe 12.000
- kWh/mês inverter 40,1 kWh · n = 36
- kWh/mês convencional sem modelo com etiqueta
- preço inverter R$ 2.769 · n = 65 · 10/10/2026
- preço convencional base insuficiente (3 modelos com etiqueta)
- classe 18.000
- kWh/mês inverter 60,6 kWh · n = 21
- kWh/mês convencional sem modelo com etiqueta
- preço inverter R$ 3.891 · n = 39 · 10/10/2026
- preço convencional base insuficiente (2 modelos com etiqueta)
- classe 24.000
- kWh/mês inverter sem modelo com etiqueta
- kWh/mês convencional sem modelo com etiqueta
- preço inverter sem modelo com etiqueta
- preço convencional sem modelo com etiqueta
- classe 30.000
- kWh/mês inverter sem modelo com etiqueta
- kWh/mês convencional sem modelo com etiqueta
- preço inverter sem modelo com etiqueta
- preço convencional sem modelo com etiqueta
O limite real do método, hoje: nenhum aparelho convencional (liga-desliga) rastreado por este site tem consumo rotulado pelo PBE em nenhuma classe — a etiqueta com o índice atual (IDRS) é hoje quase exclusiva de modelos inverter. Sem esse número, a diferença de kWh/mês, a economia mensal e o prazo de payback não têm como fechar, e a página diz "sem dado" em vez de estimar uma diferença sem base. O lado inverter (kWh/mês, preço, custo total em 1, 5 e 10 anos) continua calculável independentemente disso.
A tabela de custo total em 1, 5, 10 anos (compra + energia) é fixa — não segue o seletor "anos de uso", que decide só o veredito. Os preços de compra são medianas dos preços consultados por este site, e a data ao lado de cada uma diz quando ela foi vista pela última vez.
INMETRO/PBE · consumo por modelo, da etiqueta da variante · coletado em 07/09/2026 · fonte →
5e. O comparador
O comparador põe dois ou três modelos lado a lado — escolhidos entre todos os rastreados por este site, nunca um par fixo. As linhas são sempre as mesmas, na mesma ordem, em qualquer combinação: capacidade (BTU/h), consumo (kWh/mês da etiqueta), classe energética/IDRS, ruído (dB), voltagem, gás refrigerante, dimensões do aparelho, preço conferido (datado), consumo anual e custo em 5 anos. Um modelo sem aquele dado coletado mostra "sem dado" na própria célula — nunca um número estimado no lugar da lacuna.
A regra do custo em 5 anos é preço de compra + (consumo anual da etiqueta × tarifa de referência × 5) — nunca o kWh/mês × 12 × tarifa × 5, quando o anual está disponível: o PBE publica o consumo ANUAL, e é dele que a conta parte. Quando o registry só coletou o mensal daquele modelo, a célula deriva o ano multiplicando por 12 e diz que foi essa a origem — a diferença numérica é pequena, mas a procedência do número não pode ficar implícita. A tarifa é a de referência nacional (R$ 0,92/kWh, ANEEL — Agência Nacional de Energia Elétrica (Portal de Dados Abertos), coletada em 15/09/2026) — a mesma que todo instrumento de consumo deste site usa como valor inicial.
O veredito é sempre por perfil de uso, nunca um "vencedor geral": quem dorme no ambiente decide pelo menor ruído da evaporadora (dB); quem deixa o aparelho ligado o dia todo decide pelo menor kWh/mês da etiqueta; quem olha a conta de luz no fim do mês decide pelo menor custo em 5 anos (compra + energia). Um empate exato entre dois ou três modelos no mesmo critério é dito como empate, com os nomes dos empatados — nunca resolvido escolhendo silenciosamente o que veio primeiro no registry.
Comparar dois SKUs do MESMO grupo canônico — duas fichas do mesmo aparelho, às vezes com títulos de anúncio raspados diferentes — é recusado, com uma mensagem: a página existe para opor dois aparelhos DIFERENTES, e um modelo contra ele mesmo não é uma comparação.
INMETRO/PBE · consumo, classe energética e IDRS por modelo · coletado em 07/09/2026 · fonte →
5f. Disjuntor e fio
A calculadora de disjuntor e fio dimensiona um circuito de ar-condicionado em quatro passos, cada um citando a cláusula da ABNT NBR 5410 que o sustenta. O registry não coleta corrente nominal por modelo nem por classe — nem o anúncio nem a tabela do INMETRO/PBE a publicam —, então a corrente é sempre a que você digita (da etiqueta) ou a que a calculadora deriva da potência elétrica que você digita.
- Corrente de projeto (IB): a da etiqueta, ou potência (W) ÷ tensão (V) quando só a potência está em mãos.
- Disjuntor (In): o menor valor da série comercial que não fica abaixo de IB — 6, 10, 13, 16, 20, 25, 32, 40, 50, 63 A —, em curva C (NBR 5410 5.3.4.1: IB ≤ In ≤ Iz). a curva C tolera a corrente de partida do compressor, várias vezes maior que a de regime por alguns ciclos; um disjuntor curva B da mesma amperagem tende a desarmar na partida. Esta série é a PRATELEIRA comercial (o que se compra em qualquer loja de material elétrico), não a lista fechada da norma — a NBR NM 60898 tabula os disjuntores por fabricante, e catálogos consultados (Schneider, WEG, Tramontina) concordam na faixa 2–63 A.
- Cabo pela ampacidade (Iz): a menor bitola com capacidade de condução de corrente igual ou maior que In, método B1 (ABNT NBR 5410:2004 Tabela 36 (colunas B1), 2 condutores carregados) — nunca menor que 2,5 mm², a seção mínima de um circuito de força (ABNT NBR 5410:2004 Tabela 47 — Seção mínima dos condutores; um ar-condicionado é sempre força, nunca iluminação).
- Cabo final pela queda de tensão: ΔV(V) = 2 × comprimento(km) × IB(A) × fator(V/A·km da bitola), e ΔV(%) = ΔV(V) ÷ tensão × 100 não pode passar de 4% num circuito terminal (NBR 5410 6.2.7.2). O "2×" conta o condutor de ida e o de volta do circuito monofásico. Quando a bitola da ampacidade não segura essa conta num trecho longo, a calculadora eleva a bitola — uma a uma, pela mesma tabela — até a queda caber; se nem 16 mm² resolve, a página diz "acima da tabela — consulte um eletricista" em vez de arriscar um número.
O fator de queda de tensão (V/A·km) é de catálogo de fabricante, não da norma — a NBR 5410 fixa o LIMITE (4%), não o fator por bitola. A origem publica dois fatores por fator de potência (FP 0,80 e FP 0,95); este site assume FP 0,80, o típico de um motor de compressor (carga indutiva) — não o de uma carga resistiva. Trocar essa assunção muda a distância em que uma bitola deixa de bastar.
O comprimento máximo por bitola não é um dado publicado — a pesquisa não achou uma tabela pronta de "distância máxima por bitola" em nenhuma das fontes consultadas (norma, Prysmian, Multicondutores). Onde este site cita esse número, ele é DERIVADO da mesma fórmula acima, invertida — nunca uma tabela à parte.
EXEMPLO CALCULADO — 10 A, 220 V, 10 m
| parcela | condição | valor |
|---|---|---|
| corrente de projeto (IB) | digitada | 10,0 A |
| disjuntor (In) | menor curva C ≥ IB | 10 A |
| cabo pela ampacidade | Iz = 24 A, método B1 | 2,5 mm² |
| queda de tensão | 10 m, FP 0,80 | 1,3% (dentro do limite) |
- parcela corrente de projeto (IB)
- condição digitada
- valor 10,0 A
- parcela disjuntor (In)
- condição menor curva C ≥ IB
- valor 10 A
- parcela cabo pela ampacidade
- condição Iz = 24 A, método B1
- valor 2,5 mm²
- parcela queda de tensão
- condição 10 m, FP 0,80
- valor 1,3% (dentro do limite)
→ cabo final: 2,5 mm² — o mesmo par "disjuntor 10 A · cabo 2,5 mm²" que a calculadora serve.
comprimento máximo (derivado) para 2,5 mm² nesta corrente e tensão ficar em 4% de queda: 30,8 m — derivado da fórmula acima, não uma tabela publicada.
ABNT NBR 5410:2004 Versão Corrigida:2008 · ampacidade, seção mínima e queda de tensão · coletado em 15/09/2026 · fonte →
5g. Carga térmica densa (CLTD/CLF por orientação)
A calculadora de carga térmica não usa a fórmula de 600 BTU/h por m² da ferramenta-mãe: ela soma o calor que cada face troca de verdade, pelo método CLTD/CLF (diferença de temperatura equivalente para carga de resfriamento / fator de carga de resfriamento) que a ABNT NBR 16655-3 publica para instalações residenciais — o mesmo método que a NBR 16401-1 (6.1.3.3) admite "para sistemas com zona única ou pequeno número de zonas". Cada parcela cita a tabela de onde saiu.
- Parede opaca, por face: q = área × U × CLTD(orientação, cidade). U = 2,35 W/m²·K é a ÚNICA linha de parede externa que a norma publica (parede externa: bloco de concreto + reboco + pintura + drywall gesso (a única composição de parede externa da norma)) — CLTD vem da Tabela 7, às 16h, por cidade e orientação.
- Vidro, condução: a mesma fórmula, com U = 5,78 W/m²·K (vidro simples 6 mm) e a linha "Vidro" da Tabela 7 — ela não varia por orientação porque o vidro não tem massa térmica para gerar atraso.
- Vidro, insolação: q = área × SC × SHGF(orientação, cidade) × CLF(orientação) — SC = 0,87 (Tabela 10, vidro simples sem cortina), SHGF da Tabela 8, CLF da Tabela 9. Só entra quando a face está marcada "exposta ao sol"; a condução da parede e do vidro continua valendo nas duas respostas, porque a face continua sendo externa.
- Cobertura: q = área × U(tipo) × CLTD horizontal(cidade). "Laje exposta" (U = 3,73 W/m²·K, Laje maciça 10,0 cm, sem telhamento) e "telhado com forro" (U = 1,75 W/m²·K, Forro PVC 1,0 cm + câmara de ar + telha cerâmica) vêm do catálogo LabEEE/INMETRO — a NBR 16655-3 não nomeia as duas composições com essas palavras; "pavimento acima" soma zero: há outro andar por cima, o teto não é face externa.
- Pessoas: 75 W sensível + 75 W latente por pessoa (Pessoas sentadas, trabalho leve, Tabela 11). a NBR 16401-1 (Anexo C, Tabela C.1) publica 70 W sensível / 45 W latente para a mesma atividade; este instrumento segue a norma residencial (16655-3) do início ao fim.
- Equipamentos: a Tabela 13 só publica dois aparelhos — Televisão 40 polegadas 250 W · Computador desktop 135 W — com CLF 0,80; watts declarados livremente recebem o mesmo CLF, por ser o único que a norma residencial publica para equipamento.
- Iluminação: q = área × W/m², sem redução de CLF (Tabela 12: Escritório 12 W/m² · Sala de jantar 23 W/m² · Quartos de dormir 10 W/m²).
- Renovação de ar (só a parcela sensível): 1 L/s por m² — o mínimo residencial que a NBR 16655-3 (4.5.1) e a NBR 16655-1 (Anexo A) recomendam — vezes 1,21 W por (L/s·K), vezes a diferença entre a temperatura de projeto da cidade e 24 °C interno. derivado de ρ = 1,2 kg/m³ (NBR 16401-3 Nota 4) e do calor específico do ar — não é uma linha impressa da norma; cruza com a fórmula publicada por Creder (via UFU 2017): Qs = V(L/s) × 3,6 × 0,29 × ΔT [kcal/h]. A parcela LATENTE da renovação de ar NÃO entra: o dataset não traz a umidade absoluta externa (w) de projeto de verão para nenhuma cidade coberta — só temperatura de bulbo seco e de bulbo úmido — então a parcela latente da renovação de ar não é oferecida.
As cidades cobertas são as 5 com CLTD (Tabela 7) E SHGF (Tabela 8) por orientação publicados: Belém, Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo. A norma também dá a temperatura de projeto de Recife e Teresina, mas sem as duas tabelas por orientação a conta por face não fecha — por isso as duas ficam de fora do seletor até a pesquisa achar essas linhas.
EXEMPLO CALCULADO — sala 20 m², São Paulo, face oeste com sol
| parcela | condição | BTU/h |
|---|---|---|
| parede — face norte | 6,00 m² × 2,35 W/m²K × CLTD 9,95 K (São Paulo, NBR 16655-3 Tabela 7) | 479 BTU/h |
| parede — face sul | 6,00 m² × 2,35 W/m²K × CLTD 17,95 K (São Paulo, NBR 16655-3 Tabela 7) | 864 BTU/h |
| parede — face oeste | 8,00 m² × 2,35 W/m²K × CLTD 14,95 K (São Paulo, NBR 16655-3 Tabela 7) | 959 BTU/h |
| vidro, condução — face oeste | 2,00 m² × 5,78 W/m²K × CLTD vidro 7,95 K (São Paulo) | 314 BTU/h |
| vidro, insolação — face oeste | 2,00 m² × SC 0,87 × SHGF 672,00 W/m² × CLF 0,82 (São Paulo, NBR 16655-3 Tabelas 8-10) | 3.272 BTU/h |
| cobertura — laje exposta | 20,00 m² × 3,73 W/m²K × CLTD horizontal 23,95 K (São Paulo, Laje maciça 10,0 cm, sem telhamento) | 6.096 BTU/h |
| pessoas, sensível | 3 × 75,00 W (Pessoas sentadas, trabalho leve, NBR 16655-3 Tabela 11) | 768 BTU/h |
| pessoas, latente (latente) | 3 × 75,00 W (mesma tabela) | 768 BTU/h |
| equipamentos | 1× TV 40" (250,00 W cada) = 250,00 W × CLF 0,80 (NBR 16655-3 Tabela 13) | 682 BTU/h |
| iluminação | 20,00 m² × 10,00 W/m² (NBR 16655-3 Tabela 12) | 682 BTU/h |
| renovação de ar, sensível | 20,00 L/s (20,00 m² × 1,00 L/s·m²) × 1,21 W/(L/s·K) × ΔT 8,10 K | 669 BTU/h |
- parcela parede — face norte
- condição 6,00 m² × 2,35 W/m²K × CLTD 9,95 K (São Paulo, NBR 16655-3 Tabela 7)
- BTU/h 479 BTU/h
- parcela parede — face sul
- condição 6,00 m² × 2,35 W/m²K × CLTD 17,95 K (São Paulo, NBR 16655-3 Tabela 7)
- BTU/h 864 BTU/h
- parcela parede — face oeste
- condição 8,00 m² × 2,35 W/m²K × CLTD 14,95 K (São Paulo, NBR 16655-3 Tabela 7)
- BTU/h 959 BTU/h
- parcela vidro, condução — face oeste
- condição 2,00 m² × 5,78 W/m²K × CLTD vidro 7,95 K (São Paulo)
- BTU/h 314 BTU/h
- parcela vidro, insolação — face oeste
- condição 2,00 m² × SC 0,87 × SHGF 672,00 W/m² × CLF 0,82 (São Paulo, NBR 16655-3 Tabelas 8-10)
- BTU/h 3.272 BTU/h
- parcela cobertura — laje exposta
- condição 20,00 m² × 3,73 W/m²K × CLTD horizontal 23,95 K (São Paulo, Laje maciça 10,0 cm, sem telhamento)
- BTU/h 6.096 BTU/h
- parcela pessoas, sensível
- condição 3 × 75,00 W (Pessoas sentadas, trabalho leve, NBR 16655-3 Tabela 11)
- BTU/h 768 BTU/h
- parcela pessoas, latente (latente)
- condição 3 × 75,00 W (mesma tabela)
- BTU/h 768 BTU/h
- parcela equipamentos
- condição 1× TV 40" (250,00 W cada) = 250,00 W × CLF 0,80 (NBR 16655-3 Tabela 13)
- BTU/h 682 BTU/h
- parcela iluminação
- condição 20,00 m² × 10,00 W/m² (NBR 16655-3 Tabela 12)
- BTU/h 682 BTU/h
- parcela renovação de ar, sensível
- condição 20,00 L/s (20,00 m² × 1,00 L/s·m²) × 1,21 W/(L/s·K) × ΔT 8,10 K
- BTU/h 669 BTU/h
→ subtotal sensível 14.784 BTU/h + subtotal latente 768 BTU/h = total 15.552 BTU/h → classe 18.000. A conta simplificada (§1-3 acima) para a mesma área, pessoas e sol equivalente daria 15.870 BTU/h — diferença de −2%.
Limites do método, nas palavras da norma: "O procedimento simplificado permite estimar a carga térmica de um único ambiente." "Recomenda-se não acrescentar fatores de segurança no cálculo da carga térmica, a seleção do equipamento pode ser feita pelo valor aproximado." Hora de projeto: 16 h (Tabelas 7 e 9 'às 16 h'); example in Anexo A: São Paulo, janeiro, 16 h. Esta conta NÃO cobre infiltração por frestas de porta/janela (nenhuma fonte lida traz um coeficiente residencial) nem a parcela latente da renovação de ar (ver acima) — os dois ficam listados como exclusões no dataset sincronizado, não estimados.
ABNT NBR 16655-3:2018 + Emenda 1:2019 · CLTD, SHGF, CLF e cargas internas por orientação · coletado em 16/09/2026 · fonte →
6. Limites do método
- O cálculo simplificado é estimativa. Para projeto executivo, use a carga térmica ou consulte um profissional.
- Acima de 120 m² ou de 5 m de pé-direito, o número simplificado serve como ordem de grandeza, não como especificação.
- A tabela comercial termina em 30.000 BTU/h. Conta acima disso não recebe classe: recebe o encaminhamento para a carga térmica ou para mais de uma evaporadora.
- Custo mensal é o kWh/mês da etiqueta do INMETRO — o consumo anual dividido por 12, sem premissa de horas — multiplicado pela tarifa que você informa; bandeira tarifária e um mês de pico de calor ficam acima dele. Preenchendo "horas por dia", o mês passa a ser o mesmo anual RATEADO pelo ciclo de 2.080 h/ano do INMETRO (§5c) — uma aproximação declarada, não um segundo número da etiqueta.
- A tarifa das distribuidoras (seletor da calculadora de consumo) é a que a ANEEL publica — TUSD + TE — sem tributos (ICMS, PIS/Cofins, CIP): a ANEEL não publica um valor com tributos, e a conta de luz que chega em casa é sempre maior que esta estimativa.
- O R$/ano da calculadora de consumo é só energia; a bandeira tarifária não é projetada sobre os 12 meses porque ela muda mês a mês e nenhuma fonte deste site sustenta um valor futuro para ela.
- Dimensionamento elétrico é referência, não projeto: a corrente da etiqueta do aparelho sempre vence qualquer número desta página, incluindo o que a própria calculadora deriva de watts ÷ volts. O comprimento máximo por bitola é DERIVADO da fórmula de queda de tensão (§5f) — não uma tabela publicada —, e o fator de queda assume FP 0,80 (motor), não medido no seu trecho. Isolamento, agrupamento de circuitos e temperatura ambiente do trecho real ficam fora da conta. Circuito novo, alterado ou com dúvida sobre DR é serviço de eletricista.
- O simulador de payback do inverter (§5d) mostra "sem dado" onde a diferença entre inverter e convencional não tem base: hoje nenhum convencional rastreado por este site tem consumo rotulado pelo PBE em nenhuma classe. Os preços de compra pré-preenchidos são medianas de modelos rastreados, não o preço de um aparelho específico.
7. Política de correção
Erros podem ser apontados a contato@calculadoraarcondicionado.com.br ou pela página de contato, com a URL e o número em questão. Pedidos de correção são decididos a nosso critério, sem prazo: Termos de Uso, seção 9.
8. Dataset público
A tabela de BTU × m² e as tabelas de cenário das páginas de metragem podem ser citadas e reproduzidas com atribuição a este site e link para esta página — elas saem da fórmula publicada acima, e reproduzi-la é o ponto. Se você precisa dos dados em outro formato, peça pelo contato acima.
De onde vêm os modelos da lista
Os modelos que aparecem depois do resultado saem de um cadastro próprio, montado a partir dos anúncios de catálogo do Mercado Livre: nome, variante, voltagem, ciclo, preço e disponibilidade vêm de lá. O kWh/mês e a classe de eficiência vêm da etiqueta INMETRO/PBE da variante exata — quando a voltagem ou o ciclo do anúncio não casam com os da etiqueta, o modelo fica de fora em vez de entrar com o número de outra variante. As fontes estão indicadas na página, e os preços trazem, na própria página, a data da consulta.
As datas de preço e consumo
Os preços vêm do anúncio no Mercado Livre e trazem a data da consulta; a etiqueta do PBE e a tarifa da ANEEL trazem a fonte. A data do carimbo é a da coleta real: ela muda quando o script rodou, não quando o site foi publicado.
A premissa do custo mensal
O R$/mês sai de dois valores declarados: o kWh/mês da etiqueta do INMETRO — que é o consumo ANUAL do selo dividido por 12 — e a tarifa em R$/kWh que você informa. Os dois aparecem ao lado do número, e não no rodapé.
A etiqueta não publica horas de uso, e por isso este site não escala o número por horas: multiplicar o consumo do selo por um número de horas escolhido pelo leitor produz um valor que a fonte não sustenta. O que muda o resultado aqui é a tarifa — troque-a pela da sua conta de luz e o custo acompanha. Bandeira tarifária e um mês de pico de calor ficam acima deste número.