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calculadora de ar-condicionado m² → BTU/h → R$/mês

CARGA TÉRMICA · MÉTODO CLTD/CLF · SEM CADASTRO

Calculadora de Carga Térmica para Ar-Condicionado

Modo profissional: todas as faces, todos os campos, o memorial pronto para imprimir.

ENTRADA · MODO DENSO

CIDADE

AMBIENTE

PAREDES E FACES

parede: parede externa: bloco de concreto + reboco + pintura + drywall gesso (a única composição de parede externa da norma) · vidro: janela externa simples, vidro 6 mm, sem cortina — uma face sem parede nem vidro é ignorada

COBERTURA

OCUPAÇÃO

EQUIPAMENTOS

ILUMINAÇÃO

RENOVAÇÃO DE AR

computada pela área — 1 L/s por m² (o mínimo residencial da NBR 16655-3), sem opção de "portas abertas": a pesquisa não achou um valor publicado para essa condição.

RESULTADO CONFORTÁVEL +16%

15.552 BTU/h calculados

→ classe 18.000

sensível 14.784 BTU/h · latente 768 BTU/h

a conta simplificada daria 15.870 BTU/h — diferença −2%

método CLTD/CLF por orientação, NBR 16655-3 · sem fator de segurança, como a norma recomenda

A CONTA

parcela condição BTU/h
parede — face norte
?CLTD — Diferença de temperatura equivalente para carga de resfriamento: substitui a diferença real de temperatura por um valor que já embute o atraso térmico da parede ou do vidro, às 16h (NBR 16655-3).
6,00 m² × 2,35 W/m²K × CLTD 9,95 K (São Paulo, NBR 16655-3 Tabela 7) 479 BTU/h
parede — face sul
?CLTD — Diferença de temperatura equivalente para carga de resfriamento: substitui a diferença real de temperatura por um valor que já embute o atraso térmico da parede ou do vidro, às 16h (NBR 16655-3).
6,00 m² × 2,35 W/m²K × CLTD 17,95 K (São Paulo, NBR 16655-3 Tabela 7) 864 BTU/h
parede — face oeste
?CLTD — Diferença de temperatura equivalente para carga de resfriamento: substitui a diferença real de temperatura por um valor que já embute o atraso térmico da parede ou do vidro, às 16h (NBR 16655-3).
8,00 m² × 2,35 W/m²K × CLTD 14,95 K (São Paulo, NBR 16655-3 Tabela 7) 959 BTU/h
vidro, condução — face oeste
?CLTD — Diferença de temperatura equivalente para carga de resfriamento: substitui a diferença real de temperatura por um valor que já embute o atraso térmico da parede ou do vidro, às 16h (NBR 16655-3).
2,00 m² × 5,78 W/m²K × CLTD vidro 7,95 K (São Paulo) 314 BTU/h
vidro, insolação — face oeste
?SHGF — Fator de ganho de calor por insolação: o quanto de sol, em W/m², atravessa um vidro simples voltado para cada orientação, no horário de projeto (NBR 16655-3).
2,00 m² × SC 0,87 × SHGF 672,00 W/m² × CLF 0,82 (São Paulo, NBR 16655-3 Tabelas 8-10) 3.272 BTU/h
cobertura — laje exposta
?CLTD — Diferença de temperatura equivalente para carga de resfriamento: substitui a diferença real de temperatura por um valor que já embute o atraso térmico da parede ou do vidro, às 16h (NBR 16655-3).
20,00 m² × 3,73 W/m²K × CLTD horizontal 23,95 K (São Paulo, Laje maciça 10,0 cm, sem telhamento) 6.096 BTU/h
pessoas, sensível 3 × 75,00 W (Pessoas sentadas, trabalho leve, NBR 16655-3 Tabela 11) 768 BTU/h
pessoas, latente (latente) 3 × 75,00 W (mesma tabela) 768 BTU/h
equipamentos 1× TV 40" (250,00 W cada) = 250,00 W × CLF 0,80 (NBR 16655-3 Tabela 13) 682 BTU/h
iluminação 20,00 m² × 10,00 W/m² (NBR 16655-3 Tabela 12) 682 BTU/h
renovação de ar, sensível
?renovação de ar — O ar externo que entra para repor o ar do ambiente — 1 L/s por m², o mínimo residencial da NBR 16655-3. Entra na conta porque chega quente e precisa ser resfriado.
20,00 L/s (20,00 m² × 1,00 L/s·m²) × 1,21 W/(L/s·K) × ΔT 8,10 K 669 BTU/h

subtotal sensível 14.784 BTU/h
subtotal latente 768 BTU/h
total 15.552 BTU/h
→ arredonda para cima à classe comercial
?classe comercial — As capacidades vendidas no Brasil: 9.000, 12.000, 18.000, 22.000, 24.000 e 30.000 BTU/h. A conta é arredondada para cima até uma delas.
18.000 ✱

A mesma área pelo método simplificado (600 BTU/h·m², mesmos pessoas e sol equivalente "sol da tarde") daria 15.870 BTU/h — diferença de −2% em relação à conta densa.

✱ a regra de arredondamento está aberta em /metodologia.

ABNT NBR 16655-3:2018 + Emenda 1:2019 · CLTD, SHGF, CLF e cargas internas por orientação · coletado em 16/09/2026 · fonte →

Esta conta cobre: parede e vidro por face (condução), insolação do vidro, cobertura, pessoas, equipamentos, iluminação e a parcela sensível da renovação de ar. NÃO cobre: infiltração por frestas e a parcela latente da renovação de ar (a pesquisa não tem a umidade externa de projeto para nenhuma cidade coberta) — ver os limites do método.

Três modelos de 18.000 BTUs

sem cadastro · sem e-mail · sem patrocínio de fabricante

Parte dos links para o Mercado Livre é de afiliado (publicidade): se você comprar por um link de afiliado, o site pode receber uma comissão; o preço é o mesmo do anúncio.

Critério do corte: os de menor kWh/mês entre os modelos da classe com selo PBE vigente e preço rastreado. A tabela completa da classe fica em /quantos-btus-por-m2 . Compare-o com outro modelo em /comparar .

INMETRO/PBE · consumo por modelo, da etiqueta da variante · coletado em 07/09/2026

Preços consultados no Mercado Livre em 10/10/2026. Quem vende, entrega e garante é o vendedor do anúncio; valem o preço e as condições dele no momento da compra.

instalação: some o serviço do instalador e o kit de materiais (suporte, tubulação e dreno).

A classe 18.000 atende até uma metragem — e custa um tanto por mês: 18.000 BTUs atendem quantos m² → · quanto consome um 18.000 BTUs →

Todas as calculadoras e tabelas

Cidades cobertas e a condição de projeto de cada uma

Temperatura de projeto de verão (NBR 16655-3 Tabela 1) das 5 cidades com CLTD e SHGF por orientação publicados — as duas tabelas que o método por face exige.
cidade TBS de projetobulbo seco, verão TBU de projetobulbo úmido, verão CLTD oesteparede, às 16h SHGF oestevidro, insolação
Belém 33,2 °C 25,9 °C 16,10 K 615 W/m²
Brasília 32,2 °C 17,1 °C 20,20 K 666 W/m²
Porto Alegre 34,7 °C 24,6 °C 16,85 K 678 W/m²
Rio de Janeiro 34,1 °C 25,2 °C 16,20 K 672 W/m²
São Paulo 32,1 °C 20,4 °C 14,95 K 672 W/m²

ABNT NBR 16655-3:2018 + Emenda 1:2019 · condições de projeto por cidade · coletado em 16/09/2026 · fonte →

O que o modo denso mostra

Todos os campos ficam abertos ao mesmo tempo: área, sol, pessoas, eletrônicos, laje exposta e pé-direito. A conta aparece parcela a parcela, na ordem em que é somada — 600 BTU/h por metro quadrado de base, mais 600 por pessoa além da primeira, mais 600 por eletrônico, e só então os percentuais. A ordem não é decorativa: sol e laje são fatores sobre o subtotal, não parcelas fixas. Num ambiente cheio de gente, os 15% do sol da tarde valem mais BTU/h do que valeriam no mesmo cômodo vazio. O memorial imprimível é essa tabela, com a entrada e o total, para anexar ao orçamento do instalador.

O fator de pé-direito

Até 2,70 m o cálculo por área vale como está: é a altura para a qual os 600 BTU/h por metro quadrado foram escritos. Acima dela o volume de ar cresce e o total é multiplicado por altura ÷ 2,70. Um pé-direito de 3,00 m acrescenta 11%; um de 3,50 m, 30%; um mezanino de 4,50 m, 67%. É a parcela que mais surpreende em sala comercial antiga e em casa com telhado aparente, porque a planta baixa mostra área e não mostra altura.

Onde o método por área para de valer

Ele é escrito para ambiente residencial e para comercial pequeno. Loja com porta aberta para a rua, sala de aula cheia, cozinha profissional e nave de igreja mudam de natureza: a ocupação passa a ser a maior parcela da soma, o ar que entra de fora vira carga própria e a cocção concentra calor numa escala diferente da de um forno doméstico. Nesses casos o número simplificado serve como ordem de grandeza para orçar, e o dimensionamento definitivo é de projeto executivo. As parcelas e os fatores desta conta estão publicados em como calculamos.

Perguntas frequentes

Por que este número é diferente do que a calculadora simples dá para o mesmo ambiente?
Porque são dois métodos, não dois arredondamentos do mesmo cálculo. A calculadora simples soma 600 BTU/h por m² mais parcelas fixas por pessoa e eletrônico. Este modo soma o calor que cada face troca de verdade — parede e vidro por orientação, com a diferença de temperatura equivalente (CLTD) e a insolação (SHGF) da sua cidade — e por isso os dois números divergem: a página mostra a diferença, em %, ao lado do total.
Por que só 5 cidades (Belém, Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo)?
A norma residencial (NBR 16655-3) publica CLTD e SHGF por orientação para essas cidades. Ela também tem a temperatura de projeto de outras — Recife e Teresina inclusive —, mas sem as duas tabelas por orientação não há como decompor parede e vidro por face; a cidade mais próxima do seu clima, entre as cobertas, é a aproximação honesta até a norma publicar mais linhas.
O que muda entre "laje exposta" e "telhado com forro"?
A transmitância da cobertura. Laje exposta (sem telhado por cima) troca calor a 3,73 W/m²·K; um telhado com forro e câmara de ar por baixo da telha cai para 1,75 W/m²·K — a câmara de ar e o forro atrasam e atenuam o calor que chega ao teto. "Pavimento acima" zera esta parcela: há outro andar por cima, o teto não é face externa.
Por que a renovação de ar só tem parcela sensível, sem latente?
A parcela latente da renovação de ar precisaria da umidade absoluta do ar externo de projeto, e a pesquisa não achou essa tabela publicada para as cidades cobertas — só temperatura de bulbo seco e de bulbo úmido. Sem o dado, a parcela latente não entra na conta; entra "sem dado" seria inventar um número, e a página prefere dizer que essa parcela está fora do que esta ferramenta cobre.
Este número substitui um projeto de engenheiro?
Não. A própria norma diz que o procedimento simplificado "permite estimar a carga térmica de um único ambiente" e recomenda não somar fator de segurança — o número já é o valor de seleção, sem margem embutida. Para mais de um ambiente ao mesmo tempo, zona repetitiva ou projeto executivo, a norma pede cálculo completo por software, não este método.